O batedor de farelo horizontal separa parte da farinha e do endosperma que permanecem aderidos ao farelo após a moagem e o peneiramento. O produto entra no rotor, recebe impactos controlados e passa pelo cilindro de peneira; o farelo segue para a saída e as partículas finas retornam ao processo.
1. Batedores em zigue-zague movimentam o material ao longo do cilindro. 2. O rotor balanceado contribui para uma operação mais estável. 3. O cilindro de peneira em aço inoxidável classifica a farinha recuperada e o farelo.
Parâmetros técnicos do batedor de farelo FPDW
A tabela apresenta quatro modelos de referência. A seleção depende da vazão de farelo, do teor de farinha residual, da granulometria e do diagrama do moinho.
Tipo
Rolo da peneira
Velocidade (r/min)
Potência (kW)
Capacidade (t/h)
Peso (kg)
Dimensões (mm)
Diâmetro (mm)
Comprimento (mm)
FPDW30*1
Φ300
800
1300-1600
2.2
0.9-1.0
320
1270*480*1330
FPDW30*2
Φ300
800
1300-1600
2.2*2
1.8-2.0
640
1270*960*1330
FPDW45*1
Φ450
1100
1000-1100
5.5
1.3-1.5
500
1700*650*1620
FPDW45*2
Φ450
1100
1000-1100
5.5*2
2.6-3.0
1000
1700*1300*1620
Integração do batedor de farelo no processo
Em um moinho de trigo, o batedor de farelo trabalha depois de determinadas passagens de moagem e peneiramento. Sua posição deve ser definida no diagrama para recuperar farinha sem triturar excessivamente o farelo.
1. Preparação do trigo
Antes da moagem, o trigo passa por limpeza, separação magnética, despedramento e condicionamento. Essas etapas estabilizam a matéria-prima para os moinhos de rolos.
A configuração de limpeza varia conforme a capacidade e a qualidade do trigo. Peneiras, aspiradores, separadores e despedradores devem ser selecionados pelo fluxo real da planta. Solicitar diagrama de processo
2. Condicionamento antes da moagem
O condicionamento ajusta a umidade e o tempo de repouso do trigo para facilitar a separação entre endosperma e farelo durante a moagem.
3. Separação das correntes de farelo
Após as passagens de moagem e peneiramento, determinadas correntes de farelo ainda podem conter partículas de endosperma. O batedor processa essas correntes para separar o material fino recuperável.
4. Batimento e retorno da farinha
O farelo entra no equipamento pela alimentação e é conduzido pelo rotor ao longo do cilindro. A intensidade deve ser ajustada para equilibrar recuperação de farinha e integridade do farelo.
As partículas finas que atravessam a peneira podem retornar ao sistema de classificação, conforme o diagrama. A corrente de farelo segue para armazenamento, ensacamento ou uso em ração.
Os modelos simples ou duplos atendem vazões diferentes. A escolha deve considerar o balanço de massa e a capacidade das peneiras e transportadores conectados. Confirmar o modelo
O material recuperado deve ser novamente peneirado para retornar à fração correta de farinha. A decisão depende das especificações de cinzas, cor e granulometria.
5. Manuseio do farelo
O farelo final pode ser transportado para silos, ensacamento ou outra etapa de processamento. O sistema de manuseio deve considerar densidade, poeira e capacidade.
A embalagem pode ser manual, semiautomática ou automática conforme o volume e o formato comercial do farelo. Solicitar proposta
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